“O meio-irmão ainda está ressacado”

Aqui, comentários do MEC ao casamento real. E agora, quem tem paciência para os trapos?

2 Comentários

Filed under Sem-categoria

Stay hungry, stay foolish

Deixe um Comentário

Filed under Sem-categoria

Uma banda nova que agora ando a ouvir muito

E depois? Também, por teimosia, e por ser do currículo escolar, só descobri o Eça aos 25.

 

Deixe um Comentário

Filed under Sem-categoria

3dimensionaly challenged

Acabo de tentar espantar uma mosca pousada no ecrã do computador utilizando essa terrível arma que é o cursor do rato. Repetidamente.

1 Comentário

Filed under Sem-categoria

A Primavera, os passarinhos, as florinhas, o sol e o céu azul

tudo isso deve ser muito muito bonito para quem não precisa de consultar  este site para decidir se deve sair à rua com um ou dez pacotes de lenços de papel.

Deixe um Comentário

Filed under Sem-categoria

Red carpet is so last year

backstage snapshots from Vogue UK

 

Deixe um Comentário

Filed under Sem-categoria

snobbery and meritocracy

 

Aqui com legendas: http://www.ted.com/talks/alain_de_botton_a_kinder_gentler_philosophy_of_success.html

1 Comentário

Filed under Sem-categoria

Vou demorar anos a compensar os filmes que me vão escapando

Made me wonder about how puzzling is the concept “Home”.

Is it a place?

Is it four walls and a white fence?

Is it inside you?

Is it a person?

Is it the bubble around you and the ones you love?

I vote for the latter.

 

1 Comentário

Filed under Sem-categoria

Gainsbarre

Não estivesse eu avessa ao materialismo (isto passa, isto passa…) pedia ao Pai Natal este vestido. Não estivesse eu avessa ao esoterismo (este avesso, sim, é para ficar…) e teria ficado bem satisfeita de adivinhar o signo do Serge. Não há um que se escape entre os piscianos.

Deixe um Comentário

Filed under Sem-categoria

Shhhhh,se se fizer muito barulho as palavras irão estalar com o frio. E dá uma trabalheira limpar estilhaços.

Deixe um Comentário

Filed under Sem-categoria

1/2 dúzia ou assim de pares música/reacção como barómetro de reorganizações (in)ternas

“love will tear us apart” passou de “é sempre a mesma merda” para “fingers crossed”, “can’t always get what you want” passou de “verdade” a “querias”, “I’m too afraid to loving you” de “mesmo isto” para “que se lixe” e, finalmente, por agora,   “enjoy the silence” passou de indiferente a causador de sorriso parvo,

Deixe um Comentário

Filed under Sem-categoria

Em forma de adivinha

I’m the world you’ll never see
I’m the slave you’ll never free
I’m the truth you’ll never know
I’m the place you’ll never go
I’m the sound you’ll never hear
I’m the course you’ll never steer
I’m the will you’ll not destroy
I’m the gin in the gin-soaked boy

(…)

Who am I?

Deixe um Comentário

Filed under Sem-categoria

All of her friends call her Alaska

Ao contrário da amostra pouco significativa de pessoas com quem tenho discutido o estado do tempo nas últimas horas, estou verdadeiramente feliz com esta chuva diluvial. Até sinto o cheiro a lareira e broas quentes por reflexo pavloviano, que mais pedir ao S. Pedro?

Deixe um Comentário

Filed under Sem-categoria

Este slideshow necessita de JavaScript.

para 90 minutos de “stills” como estes ou melhores e subtis mudanças de luz que contam só por si a história toda, inserir o Single Man no leitor de DVD e agradecer ao Tom Ford.

Deixe um Comentário

Filed under Sem-categoria

Esta semana vou exigir ao meu segundo cabeleireiro preferido que me transforme na Françoise Hardy daquela fotografia em que aparece de t-shirt às riscas e sorriso amuado. Haja tesoura.

5 Comentários

Filed under Mary Pan

Qualquer motivo é um bom motivo para

publicar uma imagem do Vincent. Esta vai à especial atenção  deste coleccionador de instantes bonitos

Roubado aqui:http://womanopole.blogspot.com/2010/03/eyes.html

1 Comentário

Filed under Sem-categoria

The state that I am in (29) (opção 2 vencedora – baralhá-las de vez)

Febril e enovelada, com vontade de ter guelras e  ir viver para um filme. Para este.

Deixe um Comentário

Filed under Learning to ride my own wild horses, The state that i am in

Fechei há dias, em momentos de isolamento no papel muito respeitados pela companhia de viagem, o Disgrace. Segue-se a prova do quão bom é. Há minutos, num telefonema,  a propósito de vinhos, conto a história de um amigo “já nem sei bem qual” que levou um “late harvest” para um jantar e teve de o beber sozinho pois não fora apreciado pelos donos da casa, que além de quase abstémios o abriram para acompanhar a refeição. O “amigo”, acabo de perceber, que a minha senilidade ainda é intermitente,  foi o ficcional David Lurie na sua visita de expiação de culpas aos pais da sua amante-aluna.

Ando também em busca de um “spoiler” que nos últimos dias tenho pensado muitas vezes no seguinte: naquela séria em que Toni Collete tinha múltiplas personalidades (thumbs up para a camionista e para a entidade sub-humana), qual era afinal o acontecimento responsável por tão maravilhoso e libertador distúrbio?

Note to self: das duas uma; ou arranjar forma de limitar melhor realidade e ficção, ou baralhá-las de uma vez por todas….

Deixe um Comentário

Filed under Learning to ride my own wild horses

Boris dixit

“That’s why I can’t say enough times, whatever love you can get and give, whatever happiness you can filch or provide, every temporary measure of grace, whatever works.”

2 Comentários

Filed under Sem-categoria

“This is the blue period”

Deixe um Comentário

Filed under Sem-categoria