A música que eu aqui punha hoje se o meu amadorismo não o impedisse era esta. Não sei porquê estou a ouvi-la repetidamente. É dos “Kings Of Convenience” e chama-se “Weight Of My Words” e, apesar de ser actual, fez-me ter tantas saudades de amores-impossíveis-quanto-mais-distantes-mais-desejados-que-nem-tinham-piada-se-dessem-certo, de rabiscar o mesmo nome de mil maneiras sem ouvir nada da aula de História, de olhar de longe e corar. Enfim, do masoquismo saudável dos amores platónicos dos treze anos.

“Even though I’ll never need her,

even though she’s only giving me pain,

I’ll be on my knees to feed her,

spend a day to make her smile again

Even though I’ll never need her,

even though she’s only giving me pain

As the world is soft around her,

leaving me with nothing to disdain.

Even though I’m not her minder,

even though she doesn’t want me around,

I am on my feet to find her,

to make sure that she is safe and sound.

Even though I’m not her minder,

even though she doesn’t want me around,

I am on my feet to find her,

to make sure that she is safe from harm.

The sun sets on the war,

the day breaks and everything is new… “

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Filed under but don't forget the songs that made you cry and the so

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