Merda, hoje estou na curva descendente da montanha-russa…*

Sou esse pó que escondeste

Devagarinho com o pé

Para o canto debaixo

Da mesa no canto da parede

Onde os teus papéis se acumulam

Num equilíbrio que desafia a gravidade

No canto onde naquele dia me encostaste

E me fizeste contar as estrelas do céu

Uma a uma a uma

Até à última

(uma muito pequenina que nunca existiu)

*…e já agora, farta da montanha-russa. Eu era mais planícies agora.

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