Em Hayk,

uma aldeia da Etiópia, o chão é rochoso e os recursos escassos. A riqueza dos homens não se mede pelo dinheiro mas pela posse de uma enxada e de um ancinho.

Pôr de vez a pobreza na História pode passar por coisas tão simples como ( identificadas por Kate Bird e Laure-Héléne Piron e publicadas no Observer deste domingo):

– Meios de reter a àgua da chuva: A falta de àgua limpa mata 3 milhõe se meiod e pessoas por ano. Investimentos em tanques e fossos e formação em meios de tratar a àgua podem causar um grande impacto.

Redes: A malária mata e muito. A probabilidade de uma picada pode ser bastante reduzida com um simples mosquiteiro à volta da cama.

Parteiras: Investir em treino de boas parteiras que ajudem a reduzir o meio milhão de mulheres que morrem anualmente no parto por falta de conhecimentos de quem as assiste

Livros, canetas, papel: apesar de a educação ser grátis, estes extras tornam-se insuportáveis para quem vive com menos de um euro por dia

Ajuda legal: as prisõeas africanas estão demasiado cheias. Muitos destes prisioneiros são pessoas a aguardar julgamento, em condições desumanas.

Estas coisas simples além de se enquadrarem no célebre “não dês um peixe, ensina a pescar”, têm o dom de não representarem um tostão a mais nos bolsos de chefes de estado duvidosos.

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