Podia vir aqui queixar-me que

estou cheia de sono, que o trabalho se reproduz misteriosamente em mais trabalho, que os construtores assentaram arraiais e não abandonam a casa, começam às 8 da manhã (daí o sono) e torceram o nariz ao Earl Grey que atenciosamente lhes deixei na bancada como sendo “too posh” (foi substituido por uma mistela igual à que dão nos comboios, percebi agora o termo “builder’s tea”), que me andam a tentar arrastar para literalmmente acampar à porta de Wimbledon na ânsia de blhetes “dos bons”*, que apanhei Mundialite e já vi mais de meia hora de futebol de seguida, juro, nervosa e entretida.
Mas naõ, vou falar do que realmente importa: o meu novo vício da caixinha que fala!

Big love

Para além de diálogos perfeitos, um enquadramaento da história que não cai em moralismos nem vitmizações (o que seria tentador uma vez que é acerca de uma família poligâmica), tem a Chloë Sevigny como “2ª mulher” e a Jeanne Tripplehorn (aquela da verdadeira cena quente no Instinto Fatal) como “1ª mulher”.

*ADENDA: Não acampei mas lá me arrastaram para Wimbledon. Olha, gostei. Especialmente d o Pimm’s claro, das esplanadas, do jazz ao vivo. E sim, andavam por lá umas pessoas a jogar ténis.

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