Saber muito bem

desde muito cedo o que NÃO SE QUER complica escolhas, exalta falhas, baralha gestos, centrifuga sentimentos. Quando a suspeita de uma intersecção leve mas incómoda com o que de mais precioso se tem é invevitável. Muitas vezes, portanto.

A vida que não quero surgiu-me num livro aos 13 anos. E desde aí reconheço-a em caras conhecidas, em sorrisos ausentes de desconhecidos, no tédio de namorados silenciosos, na falta de paixão com que algumas vidas navegam ao sabor de uma corrente que nem dominam nem saboreiam.

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