Entre dois golinhos

da tua bebida preferida, lembro-me de ti com mais força que o costume. Enquanto debaixo de um sol bom e inesperado, exploro uma cidade deconhecida. Gosto que seja assim: por mais propício que o teu adeus tenha sido a tragédias murmuradas continuas a ser para mim festa, alegria, gargalhadas. É para ti que sorrio às escondidas no meio do barulho de jantares confusos, no lento espreguiçar de esplanadas, entre golinhos de bebidas fescas.

E tenho a certeza, ao olhar para anjos de cobre das catedrais da tal cidade: és um deles. O meu.

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Filed under Ilusões que salvam

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