Fechei há dias, em momentos de isolamento no papel muito respeitados pela companhia de viagem, o Disgrace. Segue-se a prova do quão bom é. Há minutos, num telefonema,  a propósito de vinhos, conto a história de um amigo “já nem sei bem qual” que levou um “late harvest” para um jantar e teve de o beber sozinho pois não fora apreciado pelos donos da casa, que além de quase abstémios o abriram para acompanhar a refeição. O “amigo”, acabo de perceber, que a minha senilidade ainda é intermitente,  foi o ficcional David Lurie na sua visita de expiação de culpas aos pais da sua amante-aluna.

Ando também em busca de um “spoiler” que nos últimos dias tenho pensado muitas vezes no seguinte: naquela séria em que Toni Collete tinha múltiplas personalidades (thumbs up para a camionista e para a entidade sub-humana), qual era afinal o acontecimento responsável por tão maravilhoso e libertador distúrbio?

Note to self: das duas uma; ou arranjar forma de limitar melhor realidade e ficção, ou baralhá-las de uma vez por todas….

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Filed under Learning to ride my own wild horses

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